Diagnóstico
Antes de propor qualquer solução, medimos o que existe. Sentamos com quem executa o processo, não só com quem decide — porque quem executa sabe onde o processo realmente trava, e quase nunca é onde a diretoria imagina.
Acompanhamos o fluxo acontecendo: as mensagens que chegam, a planilha que alguém preenche, o sistema em que o dado é redigitado. Contamos volume e tempo. Se o processo não for medível, ele não entra no escopo.
O que fazemos
- Entrevista com a equipe que opera o processo
- Observação do fluxo real, presencialmente quando possível
- Contagem de volume, tempo gasto e pontos de retrabalho
- Levantamento dos sistemas envolvidos e do que cada um permite integrar
- Estimativa de ganho por processo, em horas de equipe
O que precisamos de você
- Acesso a quem executa o processo hoje
- Permissão para ver os sistemas em uso, mesmo que só em tela
- Clareza sobre o que não pode mudar por regra de negócio ou compliance
Sai desta fase: um documento com o mapa dos processos, quanto cada um custa hoje em horas, quais valem automatizar e em que ordem — e o escopo da implantação, com prazo e valor fechados. Se a conclusão for que não vale a pena automatizar agora, o documento vai dizer isso.
O diagnóstico é contratado à parte
Ele tem preço próprio, combinado depois da primeira conversa. Não é uma etapa de venda disfarçada: é trabalho de consultoria, com dias de levantamento presencial, e o que sai dele é um documento seu.
Seu para usar como quiser. Se não for o momento de tocar o projeto, o documento continua valendo daqui a seis meses ou um ano. Se você preferir fazer a implantação com outro profissional, ou com a sua própria equipe, ele foi escrito para ser suficiente para isso — não guardamos informação para forçar a contratação.
E se o projeto seguir conosco, o valor entra como crédito na implantação. Você não paga duas vezes pelo mesmo trabalho.
Uma ressalva honesta: o que envelhece o documento não é o tempo, é mudança. Ele descreve o seu processo como ele era na data do levantamento. Se entre o diagnóstico e a implantação a empresa mudar de forma estrutural — troca do sistema de gestão, abertura ou fechamento de unidade, mudança na equipe que opera o processo, salto grande de volume, entrada ou saída de linha de serviço — parte do mapeamento deixa de valer e precisa ser refeita. Quando for o caso, a gente diz na hora e combina o que refazer, em vez de tocar um projeto em cima de um retrato vencido.
Dá para adiantar parte disso agora
Um formulário de 5 a 8 minutos monta o retrato inicial do seu atendimento: canais, volume, sistemas em uso e o que mais incomoda hoje. Preenchendo antes, a reunião começa na discussão que importa em vez de na coleta de dados básicos — e você já sai dela com uma noção de escopo.
Preencher o diagnóstico inicial